Sobre o Entre e Sai

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Quando o assunto é Big Brother, tudo pode acontecer. Esse é um jogo totalmente imprevisível, onde o baralho é uma verdadeira máquina nas mãos do audacioso diretor, Bones. E nessa verdadeira luta em salvar o que está em decadência, temos que reconhecer seu esforço de mudar essa zona de conforto e esse retiro de muitas promessas e poucas ações. Afinal, até agora ainda é uma incógnita os critérios que foram usados para selecionarem esses participantes que residem naquele habitat. Tudo indica que o marasmo da casa sofrerá mudanças. O Big Brother pode ser um poço de liderança absoluta, mas isso não signifique que não sofra com a perda de alguns pontos. E muitos menos que o nosso querido Bones não tenha ao lado de sua cama uma caixa composta de Aspirina, anador e doril.


Esta edição ainda tem salvação, pois é no meio dos fracassos e dos erros que precisamos construir estratégias, e neste momento, boas intervenções tendem multiplicar o rendimento e a qualidade dos resultados. Bones fez o que é necessário, eliminar aquilo que não produz e jogar para fora o que não é fértil. O paredão surpresa desta sexta-feira, que eliminará um casal e haverá a entrada de uma nova dupla, pode trazer uma arena de briga por hegemonia, discórdias e animações. Tomara que os novos moradores tragam de volta um jogo que foi feito para entreter, para despertar ódios e amores na mesma intensidade. Não precisa ser necessariamente loucos e desequilibrados, mas que façam um jogo interessante, curioso e diferente. Que alimentem aquela velha fonte de suposições, teorias, tramóias e assuntos para uma boa discussão.


Eu, particularmente, até o momento não conseguir criar simpatia por nenhum desses. Os únicos que merecem o troféu para fazer parte dessa edição se chamam: Natália e Cristiano. Eles têm perfil, sede e vontade. Ela tem uma personalidade forte, atitudes, e sabe mais ou menos o que quer no jogo, apenas precisa se mostrar um pouco mais humana, sensível. O Cristiano é um homem que vai além dos músculos, se mostra ser muito mais que apenas Bíceps. Ele tem um poder humanizador, de saber cativar as pessoas, ouvir quando é preciso e sentir quando é necessário. Essa é sua verdadeira arma de sedução, não o corpo, mas suas atitudes. É uma pena que ele não enxergue o seu potencial e desenvolva isso mais. As cartas estão em suas mãos, é preciso apenas saber conduzi-las em seu devido lugar.


Enfim, que essa nova turma traga tensão, competição, gás total. E que nós, não são sejamos tão injustos e precipitados com eles. Aliás, na próxima vez quero falar sobre o tal Rodrigão, pois ele anda liderando algumas enquetes para levar esse prêmio. É cedo demais? Claro! Ele ainda precisa saber que aquilo não é uma passarela. Vencer requer mais do um equilíbrio e conservação de beleza. E que o brilho pessoal é um fator determinante, que extrapola a busca da visibilidade do seu próprio ego. Mas, sobre o Entre e Sai, qual será o resultado dessas mudanças ? E agora, José ?





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