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Depois de Diana, Paula e Wesley formarem o paredão de ontem, começou uma enxurrada de criticas pela atitude tomada por Maria em votar no Wesley. Nas redes sociais, na mídia e por alguns alegados “Críticos” do Big Brother. Eu não vejo motivos e nem argumentos sensatos para essa celeuma em torno da sua escolha. Em minha opinião, ela apenas revelou dentro do confessionário sua lealdade e um sentimento nobre por aquele que sempre foi responsável pelo seu bem estar e felicidade em alguns momentos do jogo. Maria já chegou declarar que se sentiria perdida e totalmente desorientada se um dia Daniel saísse da casa. E querendo ou não, o verdadeiro casal dessa edição tem nome de Maria Melilo e Daniel Rolim.
O Big Brother não é essa novelinha que alguns querem assistir. Não podemos ficar querendo inventar um final feliz para a mocinha que foi tão maltratada pelo o vilão. Maria ao votar no Wesley, mais uma vez mostrou que seu olhar não anda tão despercebido assim para o jogo. Em outros contextos, sua escolha poderia até ser caracterizada como profundamente negativa; mas, nessa contextura, seu ato foi de sacrifício e coragem. Não podemos fazer o papel de incompreensível e achar que isso seja razão de desmoronar todo o percurso da Maria até agora. Bem, ou Mal, ela vem recebendo o troféu e popularidade por ser uma das melhores jogadoras desse Big Brother. Algo que nem todos conseguem entender.
O ato de votar em Wesley, não significa, necessariamente, pensar no outro enquanto seu inimigo, que esteja interligado dentro de uma natureza de hostilidade. Eu não vejo um comportamento de ojeriza, despertando medo, raiva e ressentimento. Aliás, eu enxergo completamente diferente dessa força destrutiva que muitos querem enquadrar essa indicação da Maria. Na madrugada, ela soltou uma seguinte frase “ Eu votei no Wesley, mas eu voto para ele ficar “. De fato, na verdade, essa preferência de indicar Wesley aos paredões anda produzindo um saldo mais positivo do que negativo. Acredito que Maria está querendo levar Wesley junto para à final. Então, não acho justo sair jogando pedras, chamando aquilo de traição ou falsidade, o que pode ser na verdade um gesto de competência e coerência. Falar que ela não merece ir para final por causa disso, é um tanto exagerado. Por isso, menos. Bem menos.
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